Na Tela IX: Oblivion

Na Tela retorna essa semana trazendo um dos jogos que mais vem tirando meu sono nas últimas semanas. The Elders Scrolls IV: Oblivion, um dos jogos com os personagens mais feios que tive o prazer o jogar em toda a minha vida.

The Elders Scrolls IV ou para os mais íntimos: TES IV. O jogo da Bethesda, uma das grandes desenvolvedoras de jogos da industria, foi lançado em maio de 2006 e levou cerca de 4 anos para ser produzido, tendo começado logo após o lançamento de Morrowind. Oblivion se passa na 3E durante o evento que é conhecido como A Crise de Oblivion.

O enredo de Oblivion começa com o imperador de Cyrodiil, Uriel Septim VII sendo escoltado pelos Blades para fora da capital do Império. Um grupo de assassinos busca acabar com a dinastia Septim, eliminando os três filhos do imperador, restando apenas ele para que possam concluir seus objetivos. Durante a escolta, o imperador e os Blades acabam encontrando o jogador, um prisioneiro (mas que surpresa né titia Bethesda?) que estava preso na cela que guardava uma passagem secreta para fora da capital.

A partir deste momento, o destino do jogador está traçado. O imperador lhe concede uma ultima missão de extrema importância e o jogador deverá ajudar o filho bastardo de Uriel Septim a salvar Tamriel da ameaça de Mehrunes Dagon, o Príncipe Daedrico da Destruição.

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Oblivion foi, na sua época, elogiado por seus gráficos, contudo, Oblivion veio com uma ‘visão artística’ que na minha concepção é um coco. Todos os personagens de TES: IV parecem terem nascido com alguma deformação craniana, claro, nada que os mods não resolvam não é mesmo?

O jogo mantém uma jogabilidade básica de RPG. O jogador ganha experiência sempre que utiliza uma das várias habilidades conhecidas pelo personagem, habilidades que variam do atletismo a conjuração, do uso de espadas até magias de destruição, quanto mais se usa uma das habilidades mais poderosas elas se tornam, capacitando o personagem ainda mais nelas. Por exemplo, um personagem que tenha baixo nível de ferraria é incapaz de concertar equipamentos encantados, um outro personagem com alto nível de mercantilismo pode investir seu ouro em lojas e receber uma quantia periodicamente proporcional ao seu investimento.

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Cyrodiil é uma terra linda, vasta e verde. Enquanto Morrowind é um tanto amarelada e esquisita e Skyrim, cinza e cruel, a província imperial possui longas planícies cheias de vida que escondem calabouços de antigas civilizações e antigos fortes destruídos prontos para serem explorados pelos jogadores.

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Além da longa e empolgante quest principal, o jogador também pode se aventurar nas guildas e na arena, além de explorar as histórias que cada cidade da província pode fornecer. A arena por exemplo, foi a primeira linha de quests que conclui, me levando até um pequeno forte em busca de algo que contasse a origem do grande campeão da arena, o Príncipe Cinza, um meio-orc que, dependendo do fato de termos realizado ou não a sua quest, irá fornecer um belo desafio para nós.

Oblivion hoje em dia pode não ser o jogo mais belo, sempre será o jogo das caras estranhas, mas por baixo dessa maquiagem feia que cobre o jogo, se esconde um mundo maravilhoso de histórias envolventes e intrigantes. Seja na guilda dos ladrões ou como um cavaleiro sagrado dos deuses, Oblivion proporciona uma vasta quantidade de conteúdo para ser explorado e é um título quase que obrigatório para todos os fãs da saga de The Elders Scrolls.

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